Prefeito Pedro Da Lua dialoga com empreendedores e avança em proposta de ordenamento de espaços públicos
O prefeito interino de Macapá, Pedro Da Lua, reuniu-se na manhã deste sábado, 4, com empreendedores que atuam em espaços públicos da capital, como praças e áreas de grande circulação, para discutir a organização e a adequação das atividades comerciais nesses locais.
O encontro teve como principal objetivo construir, de forma conjunta, um modelo de ordenamento que garanta melhores condições de trabalho, segurança jurídica e mais qualidade no atendimento à população.
Durante a reunião, um dos pontos mais destacados pelos empreendedores foi a insegurança quanto à continuidade das atividades. Segundo os trabalhadores, a ausência de regras claras e padronizadas gera incertezas e desestimula investimentos nos próprios negócios.
De acordo com os relatos apresentados ao prefeito, muitos evitam ampliar ou melhorar suas estruturas por não terem garantia de permanência no mesmo espaço público.
Pedro Da Lua ressaltou que a escuta ativa é essencial para a construção de soluções efetivas e reafirmou o compromisso da gestão com a geração de emprego e renda na capital.
“Uma das prioridades de qualquer gestor público é garantir oportunidade de trabalho. Estamos aqui para ouvir e construir, junto com os empreendedores, um modelo organizado, justo e que dê segurança para quem depende dessas atividades para sobreviver”, afirmou.
A proposta da prefeitura é avançar na padronização e regulamentação do uso dos espaços públicos, criando um ambiente mais estruturado tanto para os trabalhadores quanto para a população.
Para a empreendedora Socorro Leite, o diálogo direto com o poder público representa um avanço importante para a categoria.
“Por muitos anos tentamos esse espaço de conversa e não conseguíamos. Agora fomos ouvidos sem burocracia, e isso nos dá esperança de dias melhores para todos que trabalham nas praças”, destacou.
Ao final da reunião, o prefeito reforçou a intenção de transformar os espaços públicos em ambientes organizados, seguros e atrativos, conciliando o desenvolvimento econômico com o uso adequado das áreas urbanas.
“Precisamos organizar e padronizar esses espaços para garantir condições justas de trabalho e mais qualidade para a população. A ideia é transformar esses locais em ambientes estruturados, que atraiam turistas e valorizem quem empreende. Os trabalhadores são parte fundamental desse processo”, concluiu.

