Amapá registra 2º maior crescimento proporcional na geração de empregos formais do Brasil, aponta Novo Caged
O Amapá alcançou o segundo maior crescimento proporcional na geração de empregos formais do país em abril de 2026. De acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o estado registrou saldo positivo de 898 novas vagas com carteira assinada, representando um crescimento de 0,8% no estoque de empregos. O resultado coloca o Amapá atrás apenas do Acre, que registrou avanço de 0,9%.
O governador Clécio Luís destacou que o desempenho é resultado das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da economia, à atração de investimentos e à geração de oportunidades para a população.
“Ficar no topo da geração de empregos no país não é por acaso. É fruto de muito trabalho e de um ambiente de confiança que estamos construindo no Amapá. Cada nova vaga preenchida representa uma família que conquista estabilidade, dignidade e comida na mesa. Nosso compromisso é continuar apoiando quem produz, investindo em infraestrutura e criando condições para que mais oportunidades cheguem aos amapaenses”, afirmou o governador.

O setor de serviços liderou a geração de empregos no estado, com saldo de 738 novas vagas. Comércio, indústria e agropecuária também apresentaram resultados positivos no período. A construção civil foi o único segmento que registrou retração.
Macapá concentrou a maior parte das admissões, com saldo de 924 postos de trabalho. Santana, Tartarugalzinho e Oiapoque também apresentaram crescimento no mercado formal de trabalho.
As mulheres ocuparam a maioria das vagas criadas em abril, com 515 novos vínculos, enquanto os homens responderam por 383 contratações. O ensino médio completo foi o nível de escolaridade mais demandado pelos empregadores, com 780 admissões. Entre as faixas etárias, os jovens de 18 a 24 anos foram os mais beneficiados, conquistando 443 postos de trabalho.
No cenário nacional, o Brasil encerrou abril com saldo positivo de 85.888 empregos formais. Nos quatro primeiros meses de 2026, o país acumulou 699.762 novas vagas, superando a marca de 1,05 milhão de postos criados nos últimos 12 meses.
Foto: Arthur Alves/GEA

