‘Acelera Amapá’: Ministério da Integração lança programa com foco em capacitação e crédito para impulsionar economia local
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou, nesta terça-feira, 14, o programa “Acelera Amapá”, iniciativa que reúne ações de qualificação profissional, incentivo ao empreendedorismo e estímulo à inovação para fortalecer a economia do estado.
Apresentado em coletiva de imprensa, o programa também marca o início de uma campanha de comunicação que pretende aproximar a população das oportunidades já disponíveis. Com o slogan “Acelera Amapá. Te puxa pra cá”, a estratégia busca valorizar as potencialidades regionais e incentivar a participação ativa da sociedade no processo de desenvolvimento.
Segundo o ministro Waldez Góes, o foco é preparar a mão de obra local para novos ciclos econômicos, com destaque para a cadeia de óleo e gás.
“Estamos investindo em formação e qualificação profissional para preparar a população do Amapá para as oportunidades que surgirão com o desenvolvimento econômico do estado, especialmente na cadeia de óleo e gás. Essa é apenas a primeira de uma série de ações voltadas ao fortalecimento da região”, destacou o ministro Waldez Góes.
Entre os principais eixos do programa estão:
- qualificação profissional em áreas estratégicas alinhadas ao desenvolvimento regional;
- apoio ao microcrédito e incentivo ao empreendedorismo, ampliando o acesso ao financiamento para pequenos negócios;
- integração com as Rotas de Integração Nacional, fortalecendo cadeias produtivas e vocações locais;
- implantação de projetos de inovação e pesquisa aplicada, como o uso de biofertilizantes;
- formação prática de estudantes e fortalecimento da comunicação pública, por meio de iniciativas como o ComunicaTEC;
- capacitação de jovens e adultos, com prioridade para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Com duração de três meses, a campanha será veiculada entre abril e junho de 2026, alcançando diversas regiões do estado. A proposta é fortalecer o sentimento de pertencimento, estimular a participação popular e consolidar uma narrativa de desenvolvimento baseada nas potencialidades locais.
Foto: Agência Brasil

