Operação em Macapá mira servidores investigados, e não instituições públicas, diz MP-AP

No início da tarde desta quarta-feira, 6, o Ministério Público do Amapá, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, da Probidade Administrativa e das Fundações de Macapá (1ª Prodemap), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, deflagrou a operação “Perdidos no Tempo”.

Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos no âmbito de investigação que tramita sob segredo de justiça.

De acordo com o MP, as medidas não tiveram como alvo instituições públicas, mas sim servidores específicos, sob o indício de que teriam instrumentalizado suas funções públicas para, em tese, prática de ilícitos.

A operação contou com apoio da Câmara Municipal de Macapá e da Prefeitura, que colaboraram com o cumprimento das ordens judiciais sem intercorrências. A ação ocorreu dentro do horário previsto na legislação.

Em nota, a Prefeitura de Macapá informou que adotou postura de transparência desde o início, colaborando integralmente com as autoridades e disponibilizando as informações solicitadas. O Executivo municipal também destacou que a investigação não tem relação com a atual gestão, que, segundo a nota, segue pautada pela legalidade, responsabilidade administrativa e compromisso com o interesse público.

Foto: MP