Operação combate furto de cabos de energia no AP e em mais seis estados
Na sexta-feira, 22, o Grupo Equatorial realizou mais uma edição da Operação Equi-Cobre, ação estratégica em parceria com as polícias Militar e Civil em sete estados onde a empresa atua: Rio Grande do Sul, Goiás, Alagoas, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá. A iniciativa ocorre três vezes ao ano e tem como objetivo combater o comércio ilícito de materiais de distribuição de energia, proteger a infraestrutura elétrica e conscientizar a população sobre os riscos desses crimes.

No Amapá, durante a operação, não foram encontrados materiais oriundos de furtos da distribuidora. Equipes de segurança empresarial, em conjunto com as forças policiais, fiscalizaram estabelecimentos de reciclagem e ferros-velhos em busca de cabos, fios e equipamentos desviados do sistema elétrico.

Cartazes educativos com o número 0800 para denúncias anônimas também foram distribuídos, incentivando a participação da população no combate ao crime.
Segundo Johnathan Costa, gerente corporativo de segurança empresarial, o furto de cabos e equipamentos não é apenas um crime contra o patrimônio, mas coloca em risco a vida da população, prejudica o fornecimento de energia e impacta serviços essenciais como hospitais, escolas e centros comerciais.

A operação ganha ainda mais importância com a Lei nº 15.181, sancionada em julho de 2025, que aumentou as punições para crimes envolvendo cabos e equipamentos elétricos. O furto qualificado de materiais usados em serviços essenciais passa a ter pena de 2 a 8 anos de reclusão, enquanto roubos que comprometam serviços públicos essenciais têm pena de 6 a 12 anos. A receptação simples pode levar até 4 anos de prisão, podendo chegar a 16 anos em casos de bens ligados a serviços essenciais.
Fotos: CEA Equatorial/Divulgação

