Bombeiros do AP resgatam última vítima de chacina no Vale do Jari e buscam tambor amarrado ao corpo para ajudar elucidar crime

A equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá encontrou, na tarde deste sábado, 9, por volta das 16h30, o corpo da última vítima da chacina que deixou oito garimpeiros mortos na divisa entre Laranjal do Jari (AP) e o município de Almeirim (PA).

Mesmo após a localização, a Delegacia-Geral da Polícia Civil do Amapá solicitou que os mergulhadores realizassem nova imersão no ponto onde a vítima foi encontrada, com o objetivo de localizar um tambor ao qual o corpo estaria amarrado. O objeto pode ser peça-chave para elucidar o crime.

A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Amapá em conjunto com forças de segurança do Pará. As apurações preliminares apontam que o grupo negociava terras em uma área de garimpo ilegal na região quando foi confundido com criminosos, possivelmente em represália a um assalto ocorrido no local.

Os corpos das vítimas foram encontrados em áreas de mata e no rio Jari. Duas caminhonetes utilizadas pelo grupo foram incendiadas. A polícia já identificou suspeitos, mas até o momento ninguém foi preso.

No total, oito pessoas foram assassinadas e uma foi resgatada com vida pelo Grupo Tático Aéreo (GTA) do Amapá.

O governador do Amapá, Clécio Luís (Solidariedade), informou, em nota, que mantém contato constante com o governador do Pará, Helder Barbalho, para acompanhar o caso.

A equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá encontrou, na tarde deste sábado (9), por volta das 16h30, o corpo da última vítima da chacina que deixou oito garimpeiros mortos na divisa entre Laranjal do Jari (AP) e o município de Almeirim (PA).

Mesmo após a localização, a Delegacia-Geral da Polícia Civil do Amapá solicitou que os mergulhadores realizassem nova imersão no ponto onde a vítima foi encontrada, com o objetivo de localizar um tambor ao qual o corpo estaria amarrado. O objeto pode ser peça-chave para elucidar o crime.

A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Amapá em conjunto com forças de segurança do Pará. As apurações preliminares apontam que o grupo negociava uma área de garimpo ilegal na região quando foi confundido com criminosos, possivelmente em represália a um assalto ocorrido no local.

Os corpos das vítimas foram encontrados em diferentes pontos da mata e do rio Jari. Duas caminhonetes utilizadas pelo grupo foram incendiadas. A polícia já identificou suspeitos, mas até o momento ninguém foi preso.

No total, oito pessoas foram assassinadas e uma foi resgatada com vida pelo Grupo Tático Aéreo (GTA) do Amapá.

O governador do Amapá, Clécio Luís (Solidariedade), informou, em nota, que mantém contato constante com o governador do Pará, Helder Barbalho, para acompanhar o caso.

“Desde o primeiro momento, determinei que as forças policiais do Amapá atuassem com máxima atenção, empenho e rigor nas investigações. Estou em contato permanente com o governador do Pará, que garantiu colaboração integral das forças de segurança paraenses com a nossa força-tarefa. Este episódio choca e entristece profundamente nossa sociedade. Manifesto minha solidariedade e apoio às famílias enlutadas, reafirmando que não mediremos esforços para assegurar que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita”, destacou o governador.

Vídeo abaixo mostra o trabalho dos mergulhadores durante a operação:

Fotos e vídeo: CBM/Divulgação