Na Expofeira, Alliny se reúne com movimento que apoia mulheres vítimas de violência

A força feminina ganhou espaço na Expofeira 2026 com a participação da Associação de Mulheres Pétalas da Rosa, iniciativa que transforma empreendedorismo em instrumento de acolhimento e reconstrução para mulheres vítimas de violência.

Durante a feira, a pré-candidata ao Senado Alliny Serrão (União/AP) conheceu o trabalho desenvolvido pelo grupo, que comercializa produtos como biojoias e panos de prato para fortalecer a renda das participantes e, ao mesmo tempo, apoiar a causa social.

De acordo com a presidente da associação, Leidiane Oliveira, mais de 300 mulheres que passaram por ciclos de violência são atendidas pelo projeto, que atua em diferentes áreas de Macapá e mantém uma sede no bairro Goiabal, na Zona Oeste da capital.

No espaço funciona o projeto Semeando o Futuro, coordenado pela pastora Selma. A participação na Expofeira também busca arrecadar recursos para a reforma do telhado da sede.

Projeto também atua com crianças

Durante o encontro, outro desafio foi apresentado: a existência de crianças fora da sala de aula na região atendida pela iniciativa.

O projeto oferece atividades de alfabetização, dança, recreação e música, contando com educadoras e pedagogas que atuam voluntariamente.

Alliny destacou a importância da atuação do poder público para ampliar o acesso à educação infantil na região.

“É dever do poder público garantir o acesso à educação para todas as nossas crianças, então há uma carência na oferta de instituições públicas de educação infantil naquela região do bairro Goiabal, que nós vamos também agir através da força de nossa atuação política”, afirmou.

Uma história de dor transformada em esperança

O nome Pétalas da Rosa carrega uma história de superação. A denominação faz referência à mãe de uma das assistidas e fundadora da iniciativa, que sobreviveu a um estupro e a uma tentativa de feminicídio.

A partir dessa história, nasceu um projeto voltado à reconstrução da vida de mulheres que enfrentaram situações de violência.

Foto: Divulgação