OAB Amapá anuncia 2º Congresso de Petróleo e Gás e abre inscrições para evento sobre futuro energético do estado
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amapá (OAB/AP) lançou, na manhã desta quarta-feira, 11, a 2ª edição do Congresso de Petróleo e Gás do Amapá durante um café com a imprensa realizado no auditório da instituição, em Macapá. O encontro apresentou à imprensa os detalhes do evento, que vem se consolidando como um dos principais espaços de discussão sobre o potencial energético e econômico do estado.
O congresso será realizado nos dias 9 e 10 de abril de 2026, das 17h às 21h, também no auditório da OAB/AP. A proposta é reunir especialistas, representantes de instituições nacionais e profissionais do setor para debater os desafios e oportunidades ligados à indústria de petróleo e gás no Amapá.
A iniciativa é coordenada pela Comissão de Petróleo e Gás da OAB/AP, presidida pelo advogado Franck Gilberto. Segundo a organização, o evento busca ampliar o debate qualificado sobre o tema, especialmente diante das perspectivas de exploração na Margem Equatorial brasileira, considerada uma das novas fronteiras energéticas do país.
A comissão conta ainda com a participação dos membros Thoni Furtado, Ediene Araújo, Clélio, Elivelton Monteiro, Alline Paiva, Daniela Fortunato, Nazaré Santana, Elissandro Lopes e Tatiane Trzeciak, que contribuem com a construção de discussões técnicas, jurídicas e institucionais sobre o setor.

A programação deve reunir representantes de instituições estratégicas como a Petrobras e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), além de pesquisadores, especialistas e profissionais locais que atuam na área.
A programação completa será divulgada na semana que antecede o congresso. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do link disponível no perfil da Comissão de Petróleo e Gás da OAB/AP no Instagram.
A expectativa da organização é reunir profissionais do direito, representantes do setor produtivo, empresários, acadêmicos, estudantes e autoridades públicas para discutir os impactos e as oportunidades que a cadeia de petróleo e gás pode gerar para o desenvolvimento sustentável do Amapá e da Amazônia.
Fotos: Maycon Abreu

