Promotor do Amapá é afastado pelo CNMP por 60 dias

O Ministério Público do Amapá (MP-AP) emitiu nota nesta terça-feira, 13, informando que tomou conhecimento, na segunda-feira, 12, da decisão da Corregedoria Nacional do Ministério Público que determinou o afastamento do promotor de justiça João Paulo Furlan pelo período de 60 dias. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico do CNMP nesta terça-feira. A reclamação disciplinar tramita em sigilo.

O promotor é investigado por supostos crimes eleitorais, incluindo compra de votos, nas eleições municipais de 2020, período em que seu irmão, Dr. Furlan, foi eleito prefeito de Macapá pela primeira vez.

O MP-AP informou que cumprirá integralmente as medidas determinadas.

O portal CF tenta contato com a defesa do promotor para posicionamento sobre o caso.

Veja nota do MP-AP na íntegra:

O Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) informa que tomou conhecimento, no dia 12 de janeiro (segunda-feira), da decisão proferida pela Corregedoria Nacional do Ministério Público, acrescentando que cumprirá integralmente as medidas nela determinadas.

Esclarece, ainda, que não poderá se manifestar sobre o caso, visto que o procedimento tramita em caráter sigiloso, no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Eventuais esclarecimentos adicionais poderão ser solicitados diretamente à Corregedoria Nacional, órgão do qual emanou a decisão.

Nicolau Bassalo Crispino, Procurador-Geral em Exercício

Foto: Leonardo Prado (Secom/CNMP)