Na OTC, Clécio Luís apresenta incentivos e convida empresas a investir na nova fronteira do petróleo; ‘façam do Amapá o melhor caso de sucesso’

O Governo do Amapá marcou presença na Offshore Technology Conference (OTC Brasil 2025), maior conferência mundial da indústria de óleo e gás em águas profundas, realizada no Rio de Janeiro.

Na terça-feira, 28, o governador Clécio Luís palestrou no estande institucional do estado, reunindo empresários e representantes de instituições públicas e privadas interessados na exploração da costa amapaense.

Com o tema “Amapá: potencial energético e posição estratégica na Margem Equatorial Brasileira”, Clécio Luís destacou incentivos fiscais, vantagens competitivas do estado e convidou empresas a investir na região.

Entre os benefícios apresentados estão:

  • Repetro: regime que concede isenção de ICMS e benefícios na importação de equipamentos destinados à pesquisa e lavra de petróleo e gás;
  • Área de Livre Comércio de Macapá e Santana: isenção tributária para aquisições realizadas em outros estados;
  • Incentivos para indústrias que desejam se instalar no estado.

Durante o evento, a Transpetro anunciou negociações para construir uma base logística no Amapá, fortalecendo o transporte e armazenamento de petróleo, derivados, gás e biocombustíveis, marco para o desenvolvimento econômico sustentável da região.

Organizada pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), em parceria com a OTC Global, a OTC Brasil 2025 ocorre até quinta-feira,30, no ExpoRio Cidade Nova, com cerca de 20 mil participantes de 20 países.

Roberto Ardenghy, presidente do IBP

O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, elogiou a postura do Amapá: “O estado está se preparando muito bem, organizando-se internamente e mobilizando lideranças para que essa riqueza seja utilizada para o progresso local. Que se façam bons negócios para o Amapá”.

A presença do estado na OTC consolida avanços na estrutura do mercado de petróleo e gás, com perspectivas de geração de empregos e fortalecimento econômico sustentável na região.

Para o Governo, a presença da empresa em terras amapaenses simboliza um marco divisório para o futuro da exploração petrolífera na Margem Equatorial e para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Amapá, impulsionando a geração de emprego e renda na região.

Fotos: Max Renê/GEA