54ª Expofeira do Amapá atrai 1,5 milhão de pessoas e consolida sucesso
A 54ª Expofeira do Amapá encerra neste domingo, 7, e já registra números históricos: em seis dias, 1,5 milhão de pessoas e quase 400 mil veículos passaram pelo Parque de Exposições da Fazendinha. Entre às 10h de quinta-feira, 4, e a madrugada de sexta-feira, 5, foram contabilizados 500 mil visitantes e 178.209 veículos, tudo sem ocorrências graves.
“O que está acontecendo é muito maior do que imaginávamos, principalmente na participação do público. Só ontem registramos 175 mil veículos pelas câmeras inteligentes, cada um com 3 a 5 pessoas, totalizando mais de 500 mil visitantes. O público se surpreende com a organização, a qualidade dos shows e dos expositores, mas principalmente com os negócios, que são a principal função da Expofeira”, destacou o governador Clécio Luís.

Retomada em 2023 pela atual gestão, a Expofeira beneficia desde vendedores ambulantes e restaurantes até grandes negócios, envolvendo agricultura, melhoramento genético de rebanho, venda de máquinas, veículos e placas de energia solar. Segundo o governo, a movimentação financeira direta deve superar R$ 600 milhões, com efeitos indiretos que podem ultrapassar R$ 1 bilhão.
Nesta edição, 587 empresas expositoras participam do evento — 115 a mais que no ano passado — e ocupam uma área 46% maior, favorecendo inovação e conexão entre diferentes cadeias produtivas.

Entre os temas mais comentados, destaca-se o “boom” do petróleo e gás no Amapá. No seminário do setor, o consultor Eduardo Aragon apresentou projeções que indicam geração de mais de 30 mil empregos diretos e investimentos bilionários em infraestrutura portuária e energética. Executivos de grandes petroleiras, investidores nacionais e representantes da Câmara de Comércio Brasil-China reforçaram a importância estratégica do estado no novo mapa energético do país.
“O Amapá está se preparando para ser protagonista no cenário do petróleo e gás, investindo também em sustentabilidade para equilibrar essa transformação”, afirmou Aragon, diretor da BrainMarket.
Foto de capa: Iago Fonseca/GEA

